segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Hospital de São Lourenço - NOTAS - UTI e FALECIMENTO DRA. ÂNGELA






Marcos Querino
Comunicação/Ouvidoria
HOSPITAL SÃO LOURENÇO

UFLA realiza workshop sobre revitalização da Bacia do Rio Grande

  

bacia-rio-grande

A Bacia do Rio Grande ocupa uma área de 8.605.029 ha, aproximadamente 15% da área total do estado de Minas Gerais, incluindo significativa cobertura vegetal nativa. Devido a sua grande importância no fornecimento de água e geração de energia elétrica, em 2013, foi estabelecida uma parceria entre a Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Cemig para a construção de um modelo fitogeográfico, cujo propósito é dar subsídio a programas de revitalização de suas áreas de preservação permanente e o desenvolvimento sustentável da região.

Nos dias 1º e 2 de setembro de 2014, será realizado um workshop  com o objetivo de difundir a importância do tema e apresentar à comunidade acadêmica e sociedade em geral as informações geradas pelo projeto e as possíveis ações para a efetiva revitalização da Bacia do Rio Grande. 

O workshop será realizado no auditório do Laboratório de Estudos e Projetos em Manejo Florestal (Lemaf/UFLA), com apresentação de abertura às 8 horas, com a palestra do reitor da UFLA e coordenador do projeto, professor José Roberto Scolforo.

A programação prevê a apresentação de diversas áreas temáticas: inventário florestal, sensoriamento remoto, diversidade florística/genética, fitogeografia, quantificação dos estoques de carbono, monitoramento de bacias hidrográficas e conservação e uso do solo.

PARTICIPAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DA HIDROEX
Além dos professores da UFLA envolvidos no projeto, o workshop contará com a apresentação do promotor de justiça, Bergson Cardoso Guimarães e da diretora de Pesquisa da Unesco-Hidroex, Tânia Brito.

As inscrições devem ser feitas na secretaria do Lemaf, até dia 29 de agosto. As inscrições são gratuitas e haverá entrega de certificado de participação.

domingo, 31 de agosto de 2014

Karen Junqueira, de 'Império', foi vendedora de roupa antes de ser atriz
'Precisava ganhar dinheiro para pagar o curso de teatro', conta a loira. Em ótima forma, ela também revela que vive em luta contra a balança.

Karen Junqueira posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Karen Junqueira posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Para conseguir realizar o sonho de se tornar atriz, Karen Junqueira, a Fernanda de "Império", teve que percorrer um longo caminho. Contra a vontade do pai, aos 17 anos, a loira decidiu começar a trabalhar para estudar teatro: "Eu queria fazer teatro e meu pai era contra. Aí eu pensei: 'Preciso dar um jeito de ganhar dinheiro para pagar o curso. Trabalhei em loja de 17 a 18 anos. Meu primeiro mês foi uma porcaria, porque eu era muito sincera e falava para as clientes quando as roupas estavam ruins. Meu salário foi o mais baixo de todas as vendedoras. Só depois é que eu fui etender que a comissão é que ia me fazer ganhar dinheiro".
Karen conta que desde pequena soube que queria seguir na carreira artística: "Meu pai achava que era uma 'ideia de girico' ser atriz. Imagina, ele era de Caxambu, interior de Minas, outro universo... Antes de falecer, ele me disse: 'Desculpa eu ter tratado esse assunto com tanta negligência'. Mas a minha mãe me ajudava.Ela conta que eu via novela e falava: ‘Tá vendo ali, eu vou estar ali algum dia’. Eu nem me lembro disso, mas sei que é um desejo de muito tempo".

Agora, aos 31 anos, a atriz comemora a conquista de um papel em uma novela no horário nobre: "Acho que qualquer ator que tem a oportunidade de fazer uma novela das nove fica muito contente. No elenco tem várias pessoas maravilhosas que eu admiro, como a Lília Cabral, por exemplo. Então, primeiro eu fiquei com uma expectativa muito grande por trabalhar com algumas pessoas e depois com a visibilidade que tem uma novela das nove. Fiquei feliz demais. É um momento em que estou grata pela oportunidade que tive em um mercado tão competitivo e com tanta gente boa. E é um momento no qual quero dar o melhor de mim".

Karen Junqueira posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Karen Junqueira posa para o EGO
(Foto: Marcos Serra Lima / EGO)


Luta contra a balança


Pesando 55kg e com 1,65m de altura, Karen conta que é grande fã de esportes ao ar livre e que gosta de intercalar os tipos de exercício: "Sempre gostei de praticar esportes ao ar livre. Gosto de misturar os tipos de exercício. Nos finais de semana ando de bicicleta e de patins e nos dias de semana eu gosto de fazer um treino de ginástica funcional, faço esteira. No mínimo me exercito três vezes por semana".

Com relação a alimentação, a atriz aderiu à moda sem glúten e sem lactose. Não como pão há um tempão. Como tapioca e pão sem glúten, estou adorando esta nova alimentação. Também estou fazendo curso de culinária funcional, que é muito legal. Hoje a professora foi lá em casa e me ensinou a fazer um bolo com alfarroba e farinha de castanha em vez de farinha de trigo. Então eu faço essas substituições. Como meus doces, mas mais saudáveis", explica.

Apesar do cuidado com a alimentação, a loira revela que sempre lutou contra a balança: "Sempre tive dificuldade para manter o peso, se eu der mole, rapidinho a balança sobe. Não tenho aquela genética de que posso comer e continuar magra. Se eu não cuidar, eu pago pelos meus pecados, eu sou o que eu como (risos)".

Namorando há quase um ano com um publicitário, Karen diz que casamento ainda é um plano distante em sua vida. "Eu penso, mas não é uma coisa urgente na minha vida. A minha prioridade hoje em dia é o meu trabalho. Está tudo muito bom do jeito que está. Meu foco é a minha carreira, só consigo pensar hoje em fazer o meu trabalho direitinho", afirma ela, que deixa bem claro o que não pode faltar em um namoro: "Um relacionamento tem que ter conversa, respeito. Se não tem uma conversa, um bom diálogo, não vai a lugar nenhum".
Karen Junqueira posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Karen Junqueira posa para o EGO
(Foto: Marcos Serra Lima / EGO)


Além de comemorar a boa fase na vida pessoal, a atriz comemora a repercussão do papel em "Império" e já começa a ganhar o carinho do público nas ruas e nas redes sociais. "A novela das nove é impressionante, é tipo jogo do Brasil, todo mundo vê. Você aparece em uma cena e todo mundo vê, é demais. Eu gosto desse contato, sou receptiva, acho que quando uma pessoa vem falar com você isso é um pouco a resposta do seu trabalho. Não custa nada você dar um abraço, tirar uma foto, conversar", diz ela.

Já com relação ao assédio masculino, Karen garante que não aumentou: "Não sou uma pessoa muito assediada pelos homens, não, nunca fui. Acho que quando você tem uma profissão como a minha, como a de atriz, acaba assustando um pouco. Temos muita visibilidade".

O sucesso na TV começa a expandir os caminhos de Karen. A loira faz sua estreia no cinema em setembro com o filme "A Pelada (de futebol)", do diretor belga Damien Chemin. "Eu amei a experiência no cinema. Trabalhar com um diretor que tem outra visão, que não é a do Brasil, foi demais. O pessoal de cinema é muito engajado, eles são muito unidos para fazer aquilo acontecer. Só de ter aquele clima já valeu fazer e me dá vontade de fazer 300 filmes de graça sabe? Foi especial", comemora.
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Karen Junqueira posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Karen Junqueira posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)



Aline Nobredo EGO, no Rio
Fonte: G1
http://ego.globo.com/famosos/noticia/2014/08/karen-junqueira-de-imperio-foi-vendedora-de-roupa-antes-de-ser-atriz.html

sábado, 30 de agosto de 2014

CENTRA/Oncologia do Hospital já atende a convênios



O Centro Oncológico Sul-Mineiro (CENTRA) é uma unidade do Hospital São Lourenço instituída em outubro de 2013, em parceria com uma equipe de médicos de Juiz de Fora com larga experiência na área de Oncologia. O novo setor (prédio anexo ao Hospital) foi instituído para atendimento de pacientes que necessitem de quimioterapias (tratamentos com substâncias químicas que atuam nas células, para combate a doenças como o câncer - foco maior de atuação do Centro). Futuramente, também serão realizadas cirurgias oncológicas (em breve) e radioterapias (em longo prazo).

Atualmente, além da modalidade particular, o CENTRA atende através dos seguintes convênios: Unimed, Cassi (Banco do Brasil), Polícia Militar de MG, Associação Mineira do Ministério Público (AMMP) e Cemig Saúde. O Centro ainda não atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pois aguarda o credenciamento do serviço (toda a documentação necessária já se encontra no Ministério da Saúde para análise e, muito em breve, está previsto o credenciamento).
Muitos pacientes necessitavam ir a locais mais distantes (como Varginha, São Paulo etc.), para atendimentos oncológicos - e, agora, poderão fazê-lo aqui mesmo. A equipe do CENTRA (atendimento direto) é composta pelos seguintes profissionais: dr. Eric Delfraro (coordenador); dr. Frederico Escaleira (oncologista clínico); Yara Vicente (enfermeira, pós-graduanda em Enfermagem Oncológica); Juliana de Paula (farmacêutica), Priscila Alcântara (técnica em enfermagem) e Gleice Libânio (secretária).


Além de profissionais especializados, o CENTRA possui uma excelente estrutura interna: recepção; duas salas de espera (infantil e adulto); dois consultórios; brinquedoteca; dois quartos de aplicação (infantil e adulto); sala de preparo de quimioterápicos; posto de enfermagem; sala de emergência; farmácia; salas administrativa e de estudos, vestiários e copa/funcionários. As instalações encontram-se devidamente vistoriadas/aprovadas pela Vigilância Sanitária e, assim, liberadas para pleno uso de nossos pacientes.


Para se chegar a um diagnóstico que indique a ocorrência da doença (câncer) ou, mesmo, buscar a transferência de atendimentos já iniciados em outros locais, é preciso se submeter a uma consulta médica, que pode ser marcada pelo telefone 3339-2058 ou pessoalmente, no CENTRA (rua Senador Soares dos Santos, s/no - prédio anexo ao Hospital). É o Hospital São Lourenço oferecendo um novo serviço para proporcionar, à comunidade de São Lourenço e região, uma assistência oncológica de qualidade.


Marcos Querino
Comunicação/Ouvidoria
HOSPITAL SÃO LOURENÇO
(35) 8843-8220 (Oi - WhatsApp) / 9177-1875 (Tim)

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Extrato de Chamada Pública Agricultura Familiar, da Caixa Escolar José Fernandes de Souza, bairro Piracicaba, município de Baependi - MG


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Triciclo para cadeirantes continua repercutindo bem na mídia


Contente com o grande destaque na matéria feita pela EPTV onde mostra meu pai e seu triclo para cadeirantes. Apesar de sua grande dificuldade de mobilidade elemostrou que existem empresas que se preocupam com o bem estar das pessoas que tem algum tipo de necessidade especial. Hoje vejo que os dias dele estão bem melhores com sua mobilidade adquirida.
CIT E PONTO DE APOIO DA PMMG SÃO INAUGURADOS EM BAEPENDI
A Prefeitura Municipal de Baependi, em parceria com o Departamento de Turismo e Meio Ambiente e a PMMG, inauguraram no ultimo sábado dia (23/08) o CIT (Centro de Informações Turísticas) e o Ponto de Apoio da PMMG.



Agora o portal possui a finalidade de informar aos turistas e visitantes os principais pontos de Baependi, dando mais comodidade e engrandecendo ainda mais nosso potencial turístico.
Além do Centro de Informações Turísticas, foi disponibilizado um lado do Portal, para o Ponto de Apoio a PMMG, que dará suporte a Policia Militar na realização de ocorrências e Blitz dando mais segurança a  moradores e visitantes.

Fonte: Prefeitura de Baependi
Acesse a matéria completa:   http://www.baependi.mg.gov.br/?p=1953

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Hotel Glória Caxambu promoverá Noite JaponesaHotel Glória Caxambu promoverá Noite Japonesa
O Hotel Glória Caxambu terá uma decoração oriental que vai completar o ambiente

Hotel Glória, localizado na cidade mineira de Caxambu, estará promovendo nos próximos dias 5 e 6 de setembro a Noite Japonesa. O evento é voltado para promover uma atração de lazer diferenciada aos hóspedes e será marcado pelas delícias da culinária e por apresentações culturais.              

A apresentação musical ficará a cargo do tradicional grupo Kaito Shamidaiko. Considerado um dos mais importantes do país, o grupo preserva as raízes milenares japonesas e utiliza os tradicionais instrumentos de percussão e corda japoneses, respectivamente, taikô e shamisen, na composição das músicas.             

O taikô é um instrumento de percussão, parecido com um tambor, cuja superfície é confeccionada com pele de animal e com troncos de madeira, medindo em média 60 centímetros de altura, mas alguns chegam a ter 1,5 metro. Tocado com a mão ou com uma baqueta, o instrumento exige preparo físico para sustentar as batidas homogêneas e ritmadas. Já o shamisen é um instrumento de três cordas, semelhante a um banjo. Feito de madeira, o instrumento possui tamanho de um violão, mas o braço difere por ser mais fino e sem marcações.          

Além da atração cultural, a Noite Japonesa será marcada pelas delícias da culinária oriental, com um jantar especialmente preparado para a ocasião. Os hóspedes poderão apreciar a variedade e os sabores dos pratos típicos, assim como contemplar a decoração oriental que vai completar o ambiente.

Fonte: Revista Hotéis

Carnê de contribuição - Hospital de São Lourenço.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Problemas emperram Justiça
Levantamento feito por entidade de advogados mostrou deficiências em todas as comarcas de Minas


Com quase 2,4 milhões de processos em tramitação nas 296 comarcas do Estado, a Justiça mineira vive hoje, na avaliação de advogados e de magistrados, uma realidade preocupante. Algumas cidades chegam a ter 10 mil casos para cada juiz, o que gera lentidão nos resultados. De acordo com um levantamento apresentado ontem pela Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais (OAB-MG), a falta de infraestrutura, de servidores e de iniciativas de conciliação também tem prejudicado bastante a atuação da Justiça de Minas, que na última década viu sua demanda crescer 100%.


Durante seis meses, a OAB-MG realizou uma série de audiências públicas em suas subseções para levantar as principais dificuldades encontradas por advogados, defensores públicos, promotores e juízes. Agora os resultados serão compilados em um relatório com demandas e sugestões para a melhoria dos serviços judiciários.
O documento, que deverá ficar pronto em até 60 dias, será enviado a Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública, Assembleia Legislativa e governo do Estado. “O ponto central é interiorizar a discussão sobre a melhoria da prestação jurisdicional e levar as sugestões às autoridades políticas”, afirmou o coordenador científico do projeto, Rodolfo Viana.
Segundo ele, o diagnóstico do chamado “Fórum de Prestação Jurisdicional” apontou questões operacionais, como morosidade na conclusão dos processos, excesso de burocracia cartorária e necessidade de desoneração dos magistrados de tarefas administrativas.
Entre os problemas funcionais estão a alta rotatividade dos juízes, carência de funcionários concursados e falta de capacitação de servidores. Ainda foram identificadas deficiências estruturais, como ausência de defensores públicos, necessidade de modernização das instalações e falta de espaços adequados em salas de atendimento nos fóruns.
Gargalo. O Presidente da OAB-MG, Luís Cláudio Chaves, destacou que as demandas variam bastante conforme a comarca – algumas não têm sequer ar-condicionado ou acesso a internet de qualidade. Apesar disso, Chaves acredita que os maiores gargalos ainda são o acúmulo de processos por juiz e a falta de magistrados em algumas unidades. “Uma terra sem juiz acaba virando terra sem lei, e a sociedade passa a desacreditar no Judiciário. Por menor que seja, a comarca não pode ficar desprovida de magistrado”.
Saiba mais
Déficit.  Das 296 comarcas mineiras, 46 não possuem juiz, de acordo com a Corregedoria Geral de Justiça do Estado. Cada unidade jurisdicional possui uma média de 8.000 processos em andamento.
Concentração. Ainda conforme o órgão, apenas 26 comarcas concentram 70% dos processos e 50% dos recursos destinados à Justiça de primeira instância.
AvaliaçãoPara o juiz auxiliar da Corregedoria e diretor do Foro da Comarca de Belo Horizonte, Cássio Azevedo Fontenelle, a morosidade judiciária tem várias causas. “Se o Tribunal de Justiça não tem força para atender 100% da demanda das comarcas, talvez seja melhor concentrar os recursos onde haverá mais resultados”, ponderou.
AcordoO magistrado acredita que é preciso evitar a cultura de briga, litígio e enfrentamento que existe hoje no país e incentivar mais ações de conciliação. “É preciso investir em políticas de baixo custo, e o advogado hoje é o primeiro juiz da causa”.
Processos
RecorrenteEm todo o país, estão em andamento na Justiça cerca de 100 milhões de processo. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas, 700 juízes estão na ativa no Estado hoje.
Caxambu iniciou projeto

A iniciativa de mapear as demandas da Justiça em Minas surgiu em Caxambu, no Sul do Estado, segundo o advogado e idealizador do projeto Marco Antônio Santos Leite.

“Sempre observei colegas reclamando da prestação jurisdicional, e não havia um canal para verbalizar as sugestões”.

Presidente da subseção da OAB na cidade, Verônica Paiva Pires diz que a demanda mais urgente é a instalação de uma segunda vara. “Temos 9.700 processos para um juiz só, e isso gera insatisfação”.

Fonte: O Tempo
http://www.otempo.com.br/cidades/problemas-emperram-justi%C3%A7a-1.905519


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Pronunciamento do Vereador Fábio Curi
GRANDE EXPEDIENTE 11-08-2014

Exmo. Senhor Presidente,
Nobres Colegas,
Faço uso do grande expediente hoje em defesa dos agentes comunitários, principalmente os da Epidemiologia. Existe uma lei federal em vigor que estabelece o piso nacional desses agentes, ou seja, um aumento nos vencimentos e até agora o Senhor Prefeito não se posicionou a respeito. Projetos e mais projetos sem produtividade ou em tom de vingança como o projeto distribuído hoje mais uma vez para determinar a composição do conselho de turismo chegam a esta Casa. A câmara já solicitou o encaminhamento ao Prefeito de um oficio atentando sobre a referida Lei Federal, mas parece que as prioridades são outras, como perseguir o funcionário publico enviando projetos que reduzam o tempo de apresentação da receita médica para justificar ausência por doença. Mas essa câmara não digeriu esse absurdo e parece que o Senhor Prefeito retirou o projeto. Agora ele se nega a obedecer uma Lei Federal e a reajustar os vencimentos dos agente que se sacrificam em prol da saúde publica. Por isso senhor presidente, gostaria que esta casa enviasse um ofício ao promotor para que seja cumprida a lei! É um absurdo não reconhecer que o funcionário publico é o principal agente do desenvolvimento municipal. O que resta nessa prefeitura é um verdadeiro cabide de empregos.
Nobres colegas, Senhor Presidente, é de conhecimento da cidade inteira sobre a saída do Secretário de Administração e de Finanças, o senhor Sergio Hannas. Muito se fala e pouco é devidamente esclarecido, entendo que se trata de um assunto importante, pois tudo aconteceu muito rápido e o povo precisa estar ciente do que está acontecendo e nada melhor que a Câmara Municipal envie um convite ao Senhor Sergio Hannas para prestar explicações sobre a atual Administração e o que esta acontecendo, pois pelo andar da carruagem o Prefeito acaba sozinho ou acaba com a cidade, e chegou a hora do povo caxambuense se posicionar frente a esse descaso e inoperância, não serão os vereadores que se manifestam contrários a atual Administração que irão mudar isso tudo, mas sim uma vontade popular. A historia de Caxambu é magnífica e única para ser apagada por péssimos Prefeitos, tivemos um tempo em que a população manifestava e cobrava com mais força sobre os descasos das Administrações. Caxambu precisa ser defendida e nada melhor que o povo para defendê-la, participem da reunião, manifestem, cobrem os vereadores e procurem a justiça , vamos juntos mostrar que o caxambuense defende essa terra amada, Prefeitos e Vereadores virão e passarão, mas o povo jamais perderá seu amor pela cidade e seu direito de defender Caxambu diante de todas as péssimas Administrações, e essa do Ojandir é uma das piores da história. Portanto, que seja convidado o senhor Sergio Hannas para ocupar a tribuna livre desta casa na próxima sessão ordinária. Eu tenho a certeza que o Presidente e todos os Vereadores não são omissos quando se trata de esclarecer a sociedade o que se passa na Administração Pública.
Está sendo enviado um oficio ao promotor com copia ao Tribunal de Contas, bem como para Promotoria em Belo Horizonte sobre a falta de transparência e a negativa do Prefeito em responder aos requerimentos. Isso dificulta o exercício da vereança, que não responde a favores pessoais, mas sim tem por obrigação fiscalizar o Executivo e propor leis que melhorem a qualidade de vida de toda a população!
Boa noite a todos!

domingo, 24 de agosto de 2014

FEIRA DE ADOÇÃO - APAC
DIA 23/08/2014 - Praça XVI de Setembro



Que todos sejam felizes!


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Querem calar os educadores mineiros


Desde 2008, os trabalhadores em educação da rede estadual lutam pelo pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional. Mas, a luta vai além da questão salarial. Em todas as pautas de reivindicações demandas de acesso, permanência e qualidade da educação foram apresentadas ao governo mineiro.

Desde que o modelo do choque de gestão foi feito no Estado, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) acompanhou as políticas públicas da educação (ou a sua ausência), os programas de governo e os indicadores de qualidade. Estudos feitos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), relatórios do Tribunal de Contas do Estado, e mesmo as publicações oficiais do governo denunciam uma realidade diferente das peças publicitárias veiculadas no Estado.

Há anos, o Sindicato denuncia as precárias condições de trabalho do professor e dos educadores em Minas Gerais, a falta de estrutura física das escolas, a falta de vagas na educação básica, a destruição da profissão docente no Estado. Em 2014, o comportamento da entidade não foi diferente. Apresentou a pauta de reivindicações com demandas relacionadas à educação de qualidade, acesso e permanência na escola.

O governo estadual, a exemplo de anos anteriores, ignorou os problemas das escolas estaduais e seus educadores. Também, a exemplo de anos anteriores, o Sind-UTE/MG denunciou os problemas. Mas a denúncia da realidade, que não cita nenhum nome de candidato, incomodou a coligação encabeçada pelo PSDB que, em dois dias, já tentou impedir, por três vezes, a veiculação da campanha de informação da realidade das escolas estaduais. A tentativa de censurar os trabalhadores em educação demonstra a forma como fomos tratados nos últimos anos: a mordaça como pedagogia do medo enquanto se destrói a escola pública mineira.

Na campanha de informação, conforme divulgamos a seguir, não falamos nenhuma novidade.

 Acompanhe o que o governo de Minas fez conta a educação mineira

·         Não dá autonomia para os professores avaliarem o processo de aprendizagem dos alunos, impondo a aprovação automática.
·         Manipula as informações sobre qualidade da educação, divulgando apenas o Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (IDEB). Outros indicadores que apontam os problemas não são repassados à população.
·         programa Fica Vivo não diminuiu a violência. A taxa de homicídio em Minas aumentou 80% de 2001 a 2011. Nossos jovens estão morrendo!
·         Os programas do Governo são apenas para propaganda, não atingem a maioria dos municípios mineiros. O Poupança Jovem, por exemplo, atende apenas nove municípios.
·         Faltam 1.010.491 de vagas no Ensino Médio.
·         Somente 35% das crianças mineiras conseguem vaga na Educação Infantil.
·         Não tem nenhuma política preventiva sobre violência nas escolas. Professores são agredidos, alunos assassinados e nada é feito.
·         Não paga o Piso Salarial Profissional Nacional aos profissionais do Magistério, conforme determinado pela Lei Federal 11.738/08 e decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
·         Efetivou, sem concurso, mais de 98 mil servidores, colocando estas pessoas numa situação de fragilidade jurídica.
·         Congelou a carreira de todos os trabalhadores em educação até dezembro de 2015.
·         Não cumpre acordos que assina.
·         Acabou com o Fundo de Previdência dos Servidores Estaduais (Funpemg),  quejá tinha capitalizado mais de R$3 bilhões para aposentadoria dos servidores.
Mas parece que o que incomodou foi a possibilidade da população ser lembrada sobre os problemas da escola, durante o período eleitoral.  Qual o medo? Vamos fazer o debate público sobre a realidade da educação mineira? Porque a censura é o instrumento de uma ditadura, não de um Estado democrático.
 Quem quer ser gestor tem que aprender a conviver com quem pensa diferente.

Professora Beatriz Cerqueira
Coordenadora-geral
do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais  (Sind-UTE/MG)




Fonte: Sind UTE Caxambu e Região