Palace Hotel - Caxambu

terça-feira, 8 de maio de 2018

PALACE HOTEL INFORMA: Novembro (1868 - 2018 ) - 150 Anos de fundação da igreja de Santa Isabel de Hungria



Igreja Santa Isabel de Hungria em Caxambu, tombada pela patrimônio histórico e artístico de Minas Gerais, teve sua construção iniciada em 1868, em estilo gótico e foi inaugurada em 19 de novembro de 1897. Foi construída a mando da Princesa Isabel por gratidão à cura de sua suposta esterilidade, por conta de sua profunda anemia, com água férrea da fonte que hoje tem o seu nome.
A igreja encontra-se aberta de 8h às 11h. O acesso se dá pela rua Américo Macedo, subindo a escadaria ou pela rua Monsenhor João de Deus.
Igreja mais famosa de Caxambu é a de Sta Isabel de Hungria que foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha). Sua arquitetura segue o estilo gótico, característico da tendência seguida nos últimos decênios do século XIX, Seu interior é simples. A construção foi iniciada em 1868 a mando da princesa Isabel, em agradecimento ao bem-estar proporcionado pelas águas da cidade. Através das águas ferruginosas da fonte, hoje denominada “Princesa Isabel e Conde D’Eu, a princesa se curou de sua anemia e engravidou. A igreja foi consagrada apenas no ano de 1897, quando a família imperial já se encontrava no exílio. Nesta Igreja, tombada pelo IEPHA, destaca-se um altar feito em madeira trabalhada, onde fica a imagem de Santa Isabel de Hungria.
No dia 18 de Novembro de 1868, em suas orações, fazia a princesa Isabel aquela promessa que se tornaria histórica … se conseguisse a concepção de um herdeiro, faria construir uma Igreja sob a invocação de Santa Isabel de Hungria. No dia 22, na parte da tarde, no alto da colina onde se localizava o cruzeiro ali plantado em 3 de maio de 1862, com a presença de grande número de pessoas, fez S. A. o lançamento da Pedra Fundamental da Igreja de Santa Isabel de Hungria. Diz o livro do Tombo da paróquia de Baependy, que este ato foi oficiado pelo Revmo. Pároco Mons. Dr Luiz Pereira Gonçalves de Araújo e tendo como ajudante o Rev. Pe. Capelão João Pires de Amorim, acolitados pelo então seminarista Marcos Pereira Gomes Nogueira.
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