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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Trabalhadores em educação da rede estadual de Caxambu e região farão plenária para debater o papel da Superintendência Regional de Ensino

O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais realizará no próximo sábado em Caxambu uma plenária regional com os servidores estaduais para debater a democratização da Superintendência Regional de Ensino (SRE Caxambu). A convocatória é para todas as cidades que são cobertas por essa SRE.

De acordo com o professor Cássio Diniz, diretor estadual do Sind-UTE, o sindicato se reuniu com a equipe de transição do governador eleito Fernando Pimentel, e reivindicou o processo de democratização das SRE’s e o não loteamento de seus cargos com fins de interesses particulares, como foi feito nos governos anteriores. A equipe se comprometeu em respeitar as plenárias, que discutirão as indicações da categoria de nomes que irão assumir os cargos de superintendente em todo o estado. “O grande objetivo é fazer com que os trabalhadores em educação possam realmente fazer parte da SRE, de forma democrática. Queremos discutir qual deve ser o novo papel das superintendências, deixando para trás o passado recente de autoritarismo, truculência, repressão e alienação existente até então.”

Porém, Cássio faz algumas ressalvas: “Nos últimos anos os trabalhadores e o Sind-UTE sofreram – além dos baixos salários –, com a truculência, o assédio e a falta de diálogo por parte das antigas direções da SRE. Agora a categoria tem a responsabilidade de escolher democraticamente o seu novo gestor. Não queremos capatazes ou capitães do mato que repitam o que os demais fizeram, mas sim pessoas que contribuam com a democratização das relações de trabalho e educacionais, com respeito e dignidade, comprometidos com uma verdadeira educação e com os trabalhadores, estudantes e comunidade escolar, e não com interesses políticos particulares.


A plenária de democratização da SRE Caxambu irá ocorrer nesse sábado (20/12), às 09 horas na Escola Ruth Martins de Almeida. O sindicato pede para que todos que forem participar levem seus contracheques que comprovem o vínculo com o estado.